sábado, 13 de abril de 2013

Diferenças não são defeitos - Wanderley Oliveira por Ermance Dufaux

 A riqueza da diversidade nas relações humanas
Cada um tem o seu jeito de ser, de fazer e de acontecer. Ninguém será exatamente como gostaríamos que fosse. Quando aprendemos a conviver bem com os diferentes e suas diferenças, a vida fica bem mais leve. Diferenças não são defeitos, aprenda esse grande SEGREDO e conquiste sua liberdade pessoal. 


Os livros que até hoje li da Ermance Dufaux são como bálsamos para minha alma. É tanto amor, carinho, cuidado, incentivo e principalmente fé! Fé em Deus, na mudança e em nosso progresso. Suas palavras são doces e não tem como terminar os livros dela estimulados a querer se melhorar, por saber que tem temos tanto auxílio e tantos irmãos vibrando por nossa vitória! Este livro não é diferente e traz questões pra reflexão e darmos uma nova luz no relacionamento com nosso próximo. É libertador!

Assuntos e pontos de interesse para consulta:

Capítulo 1: Diferenças não são defeitos
O desafio de conviver bem com a particularidade alheia, sem querer adaptá à nossa visão pessoal.

Capítulo 2: Companheiros e amigos
Somente os verdadeiros amigos não duvidam de nossas possibilidades, ressaltam incondicionalmente a luz que existe em nós e quando apontam nossas faltas é somente para nos ajudar a perceber e vencê-las.

Capítulo 3: Fazer o nosso melhor sem perfeccionismo
Saltos evolutivos é uma idéia ilusória e venenosa. A convocação para os serviços do bem na seara espírita é um convite para o melhoramento progressivo e não para a perfeição.

Capítulo 4: Dramas ocultos, um novo conceito de responsabilidade social
As dores imperceptíveis e ocultas causam mais destruição que aquelas que os olhos conseguem alcançar.

Capítulo 5: O significado de suportarmos uns aos outros
E suportar significa, antes de tudo, ter a mente alerta para recordar sempre, na caminhada, que nenhum de nós detém autoridade ou direitos sobre o outro e que a base para qualquer relacionamento sadio é respeitarmos o livre-arbítrio um dos outros.

Capítulo 6: A importância do olhar
Para quem anseia por liberdade e leveza vibratória em torno de seus passos, o mais apropriado é extrair o melhor da vida, dos acontecimentos e do próximo, mantentendo sempre o olhar na luz que clareia o raciocínio e sublima o sentimento.

Capítulo 7: Solidariedade sempre, conquanto as diferenças
Se a fraternidade é o pulsar do coração incondicional às diferenças, a solidariedade é o abraço de amor aos diferentes na atitude concreta de amar. A fraternidade movimenta as forças do afeto enquanto a solidariedade é o exercício do amor criando o bem em qualquer circunstância. A solidariedade é um processo de permuta no qual quem tem oferece, quem precisa recebe, mas ambos, doador e receptor, reconhecem-se como dentro de um campo de completude, sem que tais papéis não definam superioridade ou inferioridade de quem quer que seja.

Capítulo 8: Líderes conscientes e educativos
Não haverá liderança vitoriosa que conduza a novos tempos sem matrícula nos cursos educativos da vida de relações parceiras.

Capítulo 9: Fraternidade aplicada perante esforços alheios
Perante as tarefas alheias, recordemos que os frutos falam da árvore.

Capítulo 10: Modelos mentais de julgamentos
Exigimos excessivamente do outro porque não somos bondosos conosco. Quem não se ama, inevitavelmente projetará suas sombras na convivência, alimentando expectativas desconectadas da fraternidade. Nessa condição emocional surgirá a severidade em forma de instransigências e cobrança, criando decepção e mágoa.

Capítulo 11: Inventário da ofensa
A dor extrema da ofensa é penosa demais para não abrigar um sentido divino e educativo par a alma. A mágoa é um sintoma denunciador de que algo necessita ser reorganizado na vida moral do ofendido. Quase sempre, enconde um ponto sombrio de difícil percepção sobre a nossa personalidade. Sondar sem temor o que existe nas suas raízes é medida sóbria e defensiva do crescimento e harmonia espiritual.

Capítulo 12: Conviver com diferença e diferentes sem amar menos
Laços de confiança cultivados no tempo, ampliação de relacionamentos autênticos, trabalho renovador e estudo libertador são elos que guardam unidas as varas do feixe, promovendo grupos doutrinários à condição de celeiros de amor.

Capítulo 13: Singularidade humana e forças genésicas
Importante destacar que a prova só educará e será valorosa quando houver um processo consciente das necessidades pessoais de aperfeiçoamento. Do contrário, sem noções claras sobre o que se está aprendendo e desenvolvendo na vida afetiva, a criatura pode adotar posturas de grandeza espiritual, confundido bloqueio expiatório com espiritualização.

Capítulo 14: o amor nas relações não exclui o teste da ingratidão
A ingratidão como retribuição aos benefícios é aferição de dilatada exigência ao trabalhador espírita, a fim de aquilatar o aproveitamento dos discípulos nos testemunhos da abnegação e da humildade, do desapego e do amor incondicional.

Capítulo 15: Ser espírita sem ser perfeccionista
Tenhamos em mente as diretrizes abençoadas da doutrina como metas existenciais para as quais destinaremos os melhores esforços, fazendo o nosso melhor. Mais que isso é exigência descabida de nossa velha neurose de perfeição. Louvemos as metas de perfeição, mas sem perfeccionismo.

Capítulo 16: A arte de aceitarmos-nos como somos
Analisar, compreender e agir construtivamente, eis a sequência de três atitudes que permitirão o encaminhamento adequado na vida interpessoal quando o assunto se refere às imperfeições alheias ou aos desagradáveis fatos do cotidiano, no intuito de desenvolvermos a arte de aceitarmo-nos uns aos outros como somos.

Capítulo 17: Naturalidade: o movimento energético da regeneração
A rigidez, quando resulta de uma má elaboração do mundo emotivo, é exercida com arrogância. É o veneno da desumanidade lançando nas correntes vibratórias das relações humanas ou na relação consigo mesmo. É sem dúvida, uma doença nos códigos da medicina espiritual classificada como doença mental crônica das reencarnações.

Capítulo 18: Tempos de parceria e cooperação ativa na mediunidade
Esperam novidades e conteúdo espetacular, mas só se lembram dos autores espirituais quando pegam no lápis para escrever, levando uma vida distante dos propósitos superiores e destituída de valores que o credenciem a contratos de parceria e assistência com vistas a tarefas maiores.

Capítulo 19: Apóstolos do espiritismo
Sem dúvida, as orientações do mestre são claras. Cuidemos com muita atenção de nossas movimentações no bem da causa abençoada do espiritismo. Por conta de nossas mazelas milenares, é muito provável que alguns de nós assumamos a condição de supostos "apóstolos" do espiritismo sem nos fazer apóstolos de Jesus.

Capítulo 20: Oração pelos desafetos
Com extensa folha de habilidades no perdão e na arte de conviver, Amália de Aragão, responsável pelo Lar do Perdão, trazia na alma sensível o halo energético do amor incondicional.

Capítulo 21: Simplicidade, admirável virtude
As pessoas dotadas de simplicidade são solidárias, prestativas, disponíveis, aptas a servir, porque nada exigem intimamente que lhes impeça a prontidão espiritual, a disposição de ser útil.

Capítulo 22: Um minuto de atenção: dose diária de amor
As pessoas não estão querendo muito nem precisam de muito; basta, quase sempre,  um minuto de atenção. E que esse minuto seja usado para uma das ações mais terapêuticas do mundo moderno: levar o outro a sentir que ele pode ser útil e fazer algo de bom, mesmo como se encontra.

Capítulo 23 - A riqueza da diversidade nas relações humanas
Convivemos com quem precisamos e recebemos os diferentes e as diferenças que merecemos, segundo a lei de causa e efeito, sempre sob as augustas manifestações da misericórdia divina em favor do nosso aprendizado.

Capítulo 24: Entrevista sobre naturalidade
Quem segue sua naturalidade é alguém com uma percepção real de si mesmo, aceita-se como é, com todas as suas qualidades e também imperfeições, mantendo uma fidelidade pacífica em sua vida interior em relação a seu modo de crescer em direção a Deus.

Epílogo: Como tratamos rigidez no Hospital Esperança
Os rígidos pensam o mudo e a vida. Não percebem o quanto desrespeitam o oroutro por não aceitarem a diferença e também se desrespeitam, ultrapassando todos os limites, cobrando excessivamente de si mesmos em permanente conflito interior.

Paz e bem,

Aprendiz

Nenhum comentário:

Postar um comentário